Polícia

OPERAÇÃO EFEITO COLATERAL DESARTICULA GRUPO SUSPEITO DE FURTAR FARMÁCIAS EM VÁRZEA GRANDE

Investigação aponta que quadrilha tinha mais de 10 integrantes e tinha como alvo principal medicamentos de alto valor.

Da Redação
Foto: PJC-MT

A Polícia Civil deflagrou, nesta quinta-feira (30), a Operação Efeito Colateral, com o objetivo de desarticular um grupo criminoso investigado por uma série de furtos qualificados contra estabelecimentos comerciais, principalmente farmácias e drogarias de Várzea Grande.

A ação foi coordenada pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf-VG) e cumpriu 12 ordens judiciais, entre mandados de prisão preventiva e busca e apreensão em endereços ligados aos investigados.

As investigações apontam que a organização criminosa tinha mais de 10 integrantes e atuava principalmente no furto de canetas emagrecedoras, produtos de alto valor comercializados em farmácias.

O grupo começou a ser investigado após um furto ocorrido em maio de 2025, em uma farmácia localizada na região central de Várzea Grande. Na ocasião, os criminosos quebraram uma parede do estabelecimento, arrombaram o cofre e levaram diversos medicamentos.

Durante as apurações, os investigadores identificaram integrantes da quadrilha e constataram envolvimento dos mesmos suspeitos em outros furtos registrados em estabelecimentos comerciais de Várzea Grande e municípios próximos.

Ações dentro de unidades prisionais

Entre os alvos da operação estão integrantes que já estavam presos. Dois mandados de prisão preventiva e dois de busca e apreensão foram cumpridos na Penitenciária Central do Estado (PCE).

Segundo a Polícia Civil, um dos líderes do grupo continuava coordenando ações criminosas de dentro da unidade prisional, inclusive definindo a divisão dos valores obtidos com os furtos.

As buscas tiveram como objetivo localizar aparelhos celulares utilizados para manter contato com outros integrantes que estavam em liberdade.

A operação também contou com apoio da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Rondonópolis, que cumpriu mandado contra um dos principais investigados, detido na Penitenciária Major PM Eldo Sá Corrêa, conhecida como Mata Grande.

Na cela do suspeito, apontado como o primeiro identificado no furto da farmácia ocorrido em 2025, foram apreendidos cinco celulares e 47 porções de entorpecentes.

A Polícia Civil informou que as investigações continuam para identificar outros envolvidos e aprofundar a atuação da rede criminosa.

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