Polícia Civil prende em Cuiabá foragido por latrocínio cometido em Sorriso em 2011

Da Redação/ Foto: PCMT
A Polícia Civil de Mato Grosso, por meio da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), efetuou a prisão nesta quarta-feira (9.9) de um homem de 43 anos condenado pelo crime de latrocínio.
O crime ocorreu em dezembro de 2011 no Distrito de Primaverinha, localizado no município de Sorriso.
O mandado de prisão preventiva e regressão cautelar de regime foi cumprido após investigações e diligências da equipe da DHPP, que localizou o foragido trabalhando em uma empresa situada na Comunidade do Aricá, na região rural de Cuiabá. A abordagem ocorreu sem resistência por parte do suspeito.
O crime e a investigação em 2011
O caso teve início quando um idoso de 62 anos foi encontrado morto em sua residência, apresentando um ferimento na cabeça causado por arma branca.
Durante as investigações conduzidas à época, vizinhos e testemunhas relataram que a vítima já havia sido alvo de furtos e tentativas de furto anteriores. Sabia-se também que o idoso vinha guardando dinheiro em espécie dentro de casa com o objetivo de custear uma viagem para visitar a filha.
A rápida atuação policial naqueles dias resultou na captura do autor apenas dois dias após o crime. Ele foi localizado e detido em um hotel no município de Feliz Natal. Na ocasião, os policiais apreenderam com ele R$ 2 mil em espécie, notas fiscais de compras recentemente realizadas com o dinheiro roubado da vítima, um notebook e um par de tênis pertencentes ao caso.
Regressão de pena e captura recente
Após ser submetido ao devido processo legal, o criminoso foi julgado e condenado à prisão. Ele chegou a obter o benefício de progressão de regime prisional, mas descumpriu as determinações judiciais ao deixar de atualizar o seu endereço junto à Justiça, tornando-se foragido.
Com o descumprimento das condições, a Justiça decretou a regressão cautelar da pena. O condenado agora deverá retornar ao regime fechado para cumprir o restante da pena imposta, que totaliza 16 anos, três meses e seis dias de reclusão.
Após ser capturado na Comunidade do Aricá, o homem foi conduzido à sede da DHPP em Cuiabá para a formalização dos procedimentos legais e, posteriormente, colocado à disposição do Poder Judiciário para o início do cumprimento da pena em estabelecimento prisional adequado.



