PAI É PRESO SUSPEITO DE ABUSAR SEXUALMENTE DA FILHA DE 10 ANOS EM MATO GROSSO

Homem foi localizado em Peixoto de Azevedo após descumprir medidas cautelares e voltar a enviar mensagens à criança
DA REDAÇÃO | FOTO: POLÍCIA CIVIL-MT
Um homem de 32 anos foi preso preventivamente nesta quinta-feira (29), suspeito de estuprar a própria filha, de 10 anos, em Guarantã do Norte, no norte de Mato Grosso. A ordem judicial foi cumprida pela Polícia Civil após o avanço das investigações, que apontaram novos elementos sobre o caso.
O investigado foi localizado na cidade de Peixoto de Azevedo, após diligências realizadas por policiais civis da Delegacia de Guarantã do Norte. Ele é investigado pelo crime de estupro de vulnerável e foi colocado à disposição da Justiça.
INVESTIGAÇÃO APONTOU ABUSOS REITERADOS
As apurações começaram no domingo (25), quando a Polícia Civil recebeu a comunicação dos fatos. Conforme as informações reunidas pela investigação, o homem teria sido flagrado na cama da criança no momento em que praticava os abusos.
Na ocasião, ele chegou a ser detido, mas foi colocado em liberdade mediante medidas cautelares, entre elas a proibição de manter contato com a filha enquanto as investigações prosseguiam.
Segundo a Polícia Civil, após deixar a prisão, o suspeito passou a enviar mensagens à menina por meio de uma rede social, apesar da restrição imposta.
Durante o andamento do inquérito, a criança foi ouvida e relatou que os abusos ocorreriam há algum tempo, de maneira reiterada. Conforme o relato apresentado à investigação, o pai aproveitava os momentos em que ficava sozinho com a filha em casa para cometer os atos.
JUSTIÇA DECRETOU PRISÃO PREVENTIVA
Diante dos novos elementos reunidos, a Polícia Civil solicitou a prisão preventiva do investigado, medida que foi autorizada pela Justiça.
Após tomar conhecimento da ordem judicial, os policiais realizaram diligências até localizar o homem em Peixoto de Azevedo. Ele foi conduzido à delegacia para os procedimentos legais e, posteriormente, ficou à disposição do Poder Judiciário.
O caso segue sob investigação. Por envolver uma criança, a identidade da vítima é preservada.
O Povo MT acompanha os desdobramentos das investigações e das ações de proteção a crianças e adolescentes em Mato Grosso.



